Comunicado: Proibição da Amálgama em restaurações

Dente com restauração em resina ao centro, cercado por restaurações em amálgama. Repare a diferença

Dente com restauração em resina ao centro, cercado por restaurações em amálgama.

Quando falamos em obturação, certamente a imagem das antigas restaurações com aspecto prateado vêm à cabeça da maioria das pessoas. Este tipo de trabalho restaurador é feito com material chamado de Amálgama, e apesar de ser facilmente encontrado, está longe de ser o mais indicado, muito pelo contrário, chegando a ser proibido em quase todos os países da Europa, e recentemente também está com seu uso já em processo de impedido por resolução no estado do Rio de Janeiro.

Aqui na Clínica Adriano Abreu, já faz mais de 10 anos que não utilizamos nem recomendamos o uso do Amálgama em trabalhos de restaurações dentárias. Os motivos para optarmos por outros materiais são diversos, sendo primeiramente por sérias questões de saúde e também pela questão estética.

Porquê não utilizamos restaurações com Amálgama:

 

 

amalgama

– Possui Mercúrio em sua composição

 

O mercúrio é um metal pesado altamente tóxico, e subtância degenerativa do cérebro, tendo muitos efeitos colaterais para a saúde das pessoas. Entre os órgãos que podem ser afetados estão: fígado, baço, rins, pulmões, cérebro e coração.

Além de evitar danos ao organismo de nossos pacientes, ao abolirmos o uso do amálgama em nossa clínica, estamos também evitando danos ao meio ambiente que pode sofrer com o efeito contaminante do mercúrio.

– Fragiliza o dente

 

As restaurações feitas com este material prejudicam e muito os dentes ao longo prazo. A amálgama não tem adesão e requer um preparo extenso e severo para o dente restaurado, tornando-o frágil e suscetível à fraturas.

Para aplicar a amálgama, o dentista precisa fazer um desgaste mais agudo no dente natural. Em restaurações com outros materiais como as resinas e porcelanas, a adesão é mais eficiente, dispensando maiores desgastes.

– Suscetível à infiltrações

 

O amálgama é o material com menor capacidade de proteção do dente contra infiltrações e demais agressões que podem evoluir para doenças sérias e até perda dental. Isso ocorre principalmente pelo fato da união com o dente natural e o material restaurador ser feito apenas mecanicamente, apenas ocorrendo um encaixe, enquanto nas resinas a adesão é química e a restauração é feita com materiais adesivos e fixada com uma espécie de cola.

– Maior risco de desenvolvimento de cáries

 

Além de maior possibilidade de infiltrações, o amálgama também representa maior possibilidade de acúmulo de placa bacteriana, e consequentemente a formação de cáries.

 

Casos Clínicos

 

 

 

1 Comentário

  1. Ruth Esther Burton -

    Dr. Adriano Abreu, quero agradecer pela atenção e o atendimento que foi me dada ontém, 06/10/15, especialmente quando não tinhahora marcada. Quero também agradecer pelo e-mails que explicou o procedimento do tratamento e também a explicação sobre a amálgama e sua proíbição. Obrigada por me alertar e por ter preoculpação sobre a saúde em geral. Gostei e concordo.

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Dentista em Fortaleza