Enxerto Ósseo

Quem se interessa por enxerto ósseo e está buscando informações sobre o assunto, inevitavelmente está passando pelo processo de recuperação de seu sorriso, provavelmente com implantes dentários. Se este é seu caso, o interesse pelos enxertos ósseos, provavelmente, deve ter surgido a partir de uma conversa no consultório odontológico, que lhe informou da necessidade do procedimento, como uma importante etapa anterior ao seu implante.

 

Seu dentista lhe indicou este procedimento porque em seu diagnóstico, as radiografias e tomografias apontaram que sua estrutura óssea não dá conta de receber e dar sustentação ao seu implante. Para que você entenda um pouco melhor a situação, um implante dentário é um tipo de parafuso de titânio que servirá como uma raiz artificial para uma coroa ou prótese dentária produzida em laboratório, geralmente confeccionadas em porcelana ou resina.

 

É muito comum entre os pacientes que precisam recuperar o sorriso, que surjam dúvidas e que fiquem confusos, sem saber o que é implante, prótese e coroa. Para que fique claro em sua cabeça, o implante como já vimos, é a raiz artificial que dará suporte para a prótese ou coroa, que será seu novo dente.

 

Entendido como funciona um implante, é hora de estudarmos o motivo pelo qual o enxerto foi necessário. O implante dentário ocorre com a fixação da peça de titânio na mandíbula do paciente, porém, pode acontecer do tecido ósseo não ter altura e/ou espessura suficiente para dar sustentação para o implante. Quando isso ocorre, é hora de fazer um enxerto ósseo.

 

Agora você pode estar se perguntando sobre o motivo de tudo isso, e o porquê desta deficiência em sua estrutura óssea que não permite a realização de um implante. O que acontece nestes casos de perda óssea, nada mais é que um processo de atrofia, e sua causa absoluta é a perda dentária, e ao perder um dente, automaticamente o processo de perda óssea se iniciará. Na prática, o que acontece é que ao perder um dente, o espaço por ele deixado não terá mais utilidade, e a lei do uso e desuso é implacável, e neste processo, a estrutura óssea que não é mais utilizada para dar suporte ao dente e sua raiz irá atrofiar, e no decorrer deste processo o volume ósseo irá diminuir progressivamente.

 

Uma última e não menos importante relação entre a perda óssea e os implantes dentários: o intervalo de tempo entre a perda do dente e a realização do implante. Neste sentido, é preciso deixar claro que a busca por uma solução para o problema deve ser imediata, pois quanto mais tempo você protelar o implante, maior será a perda óssea que você sofrerá durante este período. E esta á chave para você entenda a necessidade ou não de enxerto ósseo, pois imediatamente após a perda do dente, o tecido ósseo ainda está preservado dar suporte aos implantes, mas a medida que o tempo vai passando, pela lei do uso e desuso que já conversamos, sua estrutura óssea irá atrofiar, podendo chegar ao ponto de necessitar da reposição deste volume perdido.

 

 

 

 

“Afinal, o que é e como é feito um enxerto ósseo?”

 

Se você está precisando de um enxerto ósseo, é porquê a hora certa para fazer o seu implante dentário já passou, e você sofreu perda óssea, necessitando o aumento da altura e da espessura do osso no local, e para que você entenda o que é o enxerto ósseo, é bem simples, e o próprio nome já diz tudo, afinal, enxertar é transplantar o tecido de um local para outro do corpo.

 

Existem duas formas de realizar o procedimento de enxerto ósseo: o autógeno e o alógeno. A diferença entre um e outro consiste na origem do material doador, no primeiro, o autógeno, é colhido tecido ósseo do próprio paciente, geralmente da própria região ao redor da boca, podendo ser do queixo, por exemplo.

 

O enxerto ósseo autógeno é realizado com a retirada de uma pequena parte de osso da região doadora, e antes que você se preocupe, é importante ressaltar que é uma pequena porção em bloco ou triturada, e o local a ser explorado é cuidadosamente escolhido para que haja o melhor resultado possível. E falando em resultados, este tipo de enxerto é que recebe preferência, por ser mais simples e com maior recuperação.

 

A outra possibilidade de enxerto ósseo é o alógeno, onde a perda óssea é suprida através de biomateriais, que funcionam como uma espécie de enxerto artificial. Existem diversas marcas e produtos relacionados aos enxertos alógenos, e entre estas possibilidades, aqui na Clínica Adriano Abreu, escolhemos a marca líder do mercado, a Bio-Oss.

 

Independentemente do tipo de enxerto que você irá realizar, seu implante dentário só poderá ser realizado após todo o processo de recuperação da região enxertada, que precisa de tempo para deixar sua estrutura óssea pronta e em condições de servir de base para a raiz artificial de seu novo dente, o implante.

 

O tempo de recuperação e todo o processo de condicionamento ósseo depende de caso, e mais uma vez está relacionado com o tempo no qual você fio exposto à perda óssea. Esta variação é bastante individual e cada caso é um caso, podendo ser feito o implante logo após o enxerto nos casos mais simples, e na outra ponta, nos casos mais complexos, todo o processo de recuperação pode demorar de seis meses até um ano.

 

Perder dentes é extremamente incômodo, provoca desequilíbrio em sua saúde e bem estar, e até atrapalha sua autoestima e vida social, por isso, quando você sofrer a perda de um dente, procure um dentista o mais rápido possível, somente assim você garante seu sorriso de volta da maneira mais rápida, prática e satisfatória possível.

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